sábado, 30 de abril de 2011

La Crêperie

La Crêperie. Pra mim, sem dúvida, o melhor crepe de Brasília. O lugar simpatiquinho, na medida em que dá para ser, no meio de um corredor. Sim, um corredor. É onde se localizam a maioria dos bares, lanchonetes, crepes, restaurantes, pizzarias, cafés, etc, de Brasília. Difícil entender para quem não é daqui, eu sei, mas podem acreditar. rs
Mas voltando ao crepe, todos os que já experimentei por lá foram os melhores. Incomparáveis com os das demais creperias tanto pela massa como pelos recheios.
Hoje em especial vou falar do crepe de filé com cebola caramelada, mussarela e azeitona preta. Esse é um dos meus favoritos. A massa é sempre finíssima e levíssima com o mesmo sabor, e esse recheio tem uma combinação perfeita que nunca sai do tom. Excelente, dá água na boca só de lembrar.
Foto: Cami Góes
Já a Tapioca, que resolvi experimentar pela primeira vez da última vez em que estive lá, tem também a massa finíssima e levíssima mas eu não repetiria a pedida.
Só o que deixa um pouco a desejar é o atendimento. Os garçons são um pouco lentos e distraídos mas nada que não seja compensado pelo sabor do crepe.

La Crêperie.
214 Norte, loja 7 - bloco C. Asa Norte.
Telefone: (61) 3340-6637

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Meu primeiro selo: Master Blog. Recebido pela amiga Sulla



Hoje (28/04), ganhei meu primeiro selinho para o Blog da amiga e leitora Sulla. Estou muito feliz e quero agradecer à ela e a todos que acompanham o blog pelo carinho.
 
Como a regra para ganhar o selo é repassá-lo para outros dez blogs, lá vai a listagem:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.http://tentandomereeducar.blogspot.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rio em 3D

O filme é tão lindo quanto a minha cidade. E ver o Rio de Janeiro transformado em desenho tornou tudo ainda mais mágico e encantado. Além da sensação indiscritível de estar no céu ao lado dos pássaros proporcionada pelo 3D, fiquei encantada com a perfeição da reprodução da cidade e com o colorido do filme. Visualmente riquíssimo, para não repetir lindo (rs), com uma trilha sonora nota 10 e narrando a bela estória de amor de Blu e Jade o filme vale à pena ser assistido por crianças e adultos.
O clima carioca foi tão bem transmitido que a saudade apertou no cinema e a vontade foi de voar de volta para o Rio de Janeiro junto com Blu e toda a sua turma.

Sinopse:
"Blu é uma ararinha domesticada que nunca aprendeu a voar, e vive pacatamente com sua dona e melhor amiga, Linda. Blu e Linda acreditam que ele seja o último de sua espécie, mas quando descobrem a existência de outra arara que mora no Rio de Janeiro, partem para o Brasil encontrar Jade," a última ararinha fêmea."

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Viajar a trabalho


Eu acabada na tentativa frustrada
de um almoço no evento
Foto: Jaderson de Alencar
Viajar a trabalho é chic como disse uma amiga comentando alguns posts atrás. Sim, viajar a trabalho é chic, eu também sempre achei, desde menina. É chic mas acaba com a gente, principalmente quando você viaja para trabalhar com eventos. Viajei há duas semanas atrás numa 4ª feira para trabalhar em uma feira e voltei 5 dias depois, num domingo, encantada com o resultado, muito feliz mesmo mas com a bateria completamente arriada, abatida e completamente doída. Ossos do ofício. Ossos do ofício que eu amo!
Só quero registrar que viajar a trabalho não é brinde como alguns pensam ou férias, é completamente diferente. Quando se viaja a trabalho não existe hora de almoço, hora de jantar, hora de dormir ou hora para acordar. Não existe hora para nada. No dia em que cheguei a São Paulo fui direto para o local do evento sem almoço, cheia de malas e só saí de lá às 3 da manhã para estar de volta ao local às 7:00 da manhã. E assim por diante foram 5 dias sem almoço, alguns sem café da manhã e todos sem hora para dormir mas com hora exata para acordar. Não existe final de semana, não importa se é segunda ou domingo, você tem que trabalhar da mesma forma. Não dá tempo de curtir o hotel 5 estrelas porque o tempo passado lá é quase como um Pit Stop cronometrado. Não dá tempo para baladas e nem mesmo para ver a cor da rua muitas vezes. A trajetória se limita a hotel, van, local, local, van e hotel. Uma correria sem limites que é amenizada quando se está na companhia de pessoas queridas que dão suporte umas as outras, como aconteceu nessa última viagem mas nem sempre acontece. Não tem diária que pague, é o resultado obtido que nos diz se tudo valeu à pena.
No domingo já estava sonhando com a minha cama e a comida da mamãe. Cheguei em casa às 22:00 depois do atraso do vôo e alguns problemas no aeroporto, totalmente exausta, dolorida e com a mão machucada.
Tudo isso acaba com a gente mas eu amo!!! E é preciso amar para aguentar esse embalo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sulla Mino Entre Quatro Paredes




Nome: Sulla Mino
Apelido ou como gosta de ser chamada: Sulla, Su.
Idade: 33 Anos
Signo: Câncer
Profissão: Escritora, em um constante aprendizado.
Time: Flamengo, claro!
Blog: http://www.sullamino.com/
Como o blog começou: Da vontade enorme de mostrar ao mundo minhas palavras.
 


Eu sou: Verdadeiramente uma dúbia ou talvez Gita.
Eu tenho: "Duas mãos e o sentimento do mundo".
Eu desejo:Publicar vários livros...
Eu odeio: O Chris, "Todo mundo odeia o Chris" (Rs)
Eu escuto: De tudo um pouco...
Eu preciso: Viver.
Me dói: As crueldades existentes no mundo.

Um sonho: Ir à  Paris.
Um segredo: Um não, vários.
Um medo: De não ter mais Argumento Poético.
Uma experiência: Ser Mãe.
Uma conquista: Ter uma coluna em um grande Jornal do Rio Grande do Norte .
Uma saudade: Da minha "Terra" querida, Rio de Janeiro.
Uma música: Tente Outra Vez.
Um filme: Te Amarei Para Sempre
Um livro: Poesias Completas, Gilka Machado.
Uma citação: " Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova"

Amor: O melhor sentimento do mundo, "...é fogo que arde sem se ver..."
Paixão: Por Fotografias.
Felicidade: A Internet.
Tristeza: O Holocausto
Solidão: Minha melhor companhia.
Traição: Uma atitude leviana e hipócrita da humanidade.
Morte: Estou ainda tentando entender o seu propósito.
Vida: "...Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique 
e ninguém que não entenda..."
Sucesso: A tecnologia.
Sorte: Oportunidade que torna o homem menos sábio.
Inspiração: O silêncio
Fim: O começo de um novo caminho.
Para sempre: Meu EU enigmático.
Religião: Tenho um lado espiritual independente de religião.
Milagre: O nosso respirar.
Natureza: Vida aos olhos...
Poesia: Fonte da minha vida.

Lugar: Nice
Casa: Aconchego.
Cozinha: Onde cometo grandes erros. (Rs)
Comida: Que agrade aos olhos primeiramente...
Bebida:Coca-Cola...

Você: Uma menina crescendo...
Uma qualidade: Ser amiga 
Um defeito: Meramente explosiva...
Sua vida: Minha única certeza.
Família: Princípio.
Pais: Seres Extraterrestres que tentam nos mudar a todo instante.
Casamento:Uma Roda-Gigante
Filhos: Tenho dois filhos (Um de 17 anos e outro de 10 anos) maravilhosos e eu os amo profundamente.
Irmão: Edson. A morte precisou dele cedo demais.
A pessoa certa: Ela sempre  está na hora errada.
Amigo: "Pra se guardar do lado esquerdo do peito"
Alguém que admire: Cecília Meireles...

O que te faz sorrir: Cócegas. (Na  barriga, pé...)
O que te faz chorar: Quando diariamente leio o jornal.

Algo a dizer: Quando realmente seremos verdadeiramente seres humanos?,
"No prato da balança um verso basta
para pesar no outro a minha vida" 
(Eugênio de Andrade)


Entre Quatro Paredes: Os sussurros não serão falsos, poucos e nem breves...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Recebendo Sulla Mino em "Amigo Oculto"

A Sulla é alguém que entrou na minha vida faz tempo, quando ainda éramos crianças. A vida de tempos em tempos nos afasta mas depois faz questão de nos reaproximar. Fizemos catecismo juntas quando crianças, nos afastamos e depois nos reencontramos na adolescência a tempo de eu curtir sua primeira gravidez. Mais uma vez nos afastamos e então agora nos reaproximamos, ainda que distantes espacialmente, através dos textos aqui estamos nós compartilhando o mesmo mundo mais uma vez, ainda que virtual.
Obrigada Sulla pelo texto! Espero que vocês também curtam tanto quanto eu.


Amigo Oculto”


Acho que neste mundo ninguém procurou descrever o seu próprio cemitério. Paulo precisa fazer algo sobre isto, com todas as forças enquanto é tempo. Talvez uma simples carta endereçada ao seu pai, faria alguma diferença.
“Sinto muito”, seria o começo dela, seu último diálogo, confessaria nela, o que o pai nunca desconfiou. Teria de ser uma mensagem breve e um tanto clara e seguir rapidamente com suas palavras ao objetivo principal, “pai, conheci meu amigo oculto”.
É verdade, algo mata Paulo! Lentamente, brutalmente, na verdade, seu próprio “amigo”, assim o faz, sem piedade... E tudo começou no seu aniversário de 16 anos, na porta da escola.
Este amigo apareceu em sua vida, elegantemente vestido, palavras suaves e doces, mexendo com o brio de um adolescente carente, não era homem o suficiente para dizer um simples não.
No começo, apenas as tonturas eram visíveis, os enjoos breves e depois a mais repleta escuridão. Nada mais tem sentido.
Falta de ar, alucinações, e depois a euforia de uma “picada” maior.
O homem que aparecera na porta do colégio há três anos atrás, apresentou a mais um jovem, um amigo oculto, seu assassino.
Paulo acabara de chegar ao hospital, sem chances. Seu próprio cemitério.
Hoje seu aniversário de 19 anos.
Não houve tempo para a carta.


Sulla Mino



domingo, 24 de abril de 2011

Intolerantes à lactose na Páscoa

 
Foto: Cami Góes
 
Sou uma intolerante a lactose até comportada no que diz respeito à chocolate, exceto "naqueles" períodos, costumo me manter afastada do chocolate com certafacilidade. Meu fraco é pizza. Mas na Páscoa... como se faz?! Convenhamos, na Páscoa é muito difícil se conter. Os mais variados tipos de ovos, sabores... o cheiro de chocolate exala por onde quer que se passe. E eu, com 6 sobrinhos de sangue e mais alguns de coração, sofro, sofro muito ao sair às compras.
É verdade, hoje em dia já existem os chocolates sem lactose e até Ovos de Páscoa feitos sob essa fórmula mas além de dificílimos de serem encontrados (ao menos em Brasília) e caríssimos, o sabor não é o mesmo. É muito difícil gente! Até mesmo para mim que não sou chocólatra imagine para os que são ou eram até antes de se depararem com a terrível intolerância.
Eu chuto o balde total, coloco para dentro minhas pílulas mágicas de lactase e então consumo até sentir o mal estar que chega rápido. Depois me arrependo claro, afinal é horrível passar o dia se sentindo enjoada mas não me culpo mais por isso. Me absolvo, afinal, a Páscoa é só uma vez por ano. E viva o chocolate!!!
 
Feliz Páscoa para todos!!!

sábado, 23 de abril de 2011

Datas comerciais. Ops, comemorativas!

 

Foto: Cami Góes

 
Todo mundo sabe que as ditas datas comemorativas hoje em dia se tornaram sinônimo de lucro para o comércio. Cada vez mais o comércio investe, cria, inova para que gastemos mais e mais, deixando assim a população menos favorecida cada vez mais à margem. E as datas dedicadas as crianças então, são as mais rentáveis, sem a mínima dúvida. Faz tempo que os Ovos de Páscoa deixaram de ser simples Ovos de Páscoa. Hoje em dia importa muito mais os brinquedos que serão encontrados nos seus interiores. As crianças dão muito mais valor ao brinquedinho do que ao próprio chocolate e pagamos cada vez mais caro por ovos cada vez menores mas com brinquedos singulares em seu interior que só serão encontrados nessa data do ano e nunca mais. Quem já não viu a cena de uma criança que abre todos os seus ovos para ir retirando cada brinquedinho e depois os embala novamente para ir comendo um por vez? Eu, com meus seis sobrinhos, estou acostumadíssima a essa cena. Enfim, todos sabem que na Páscoa devemos presentear ao menos os pequenos com ovos de chocolate mas, aposto que, grande parte não sabe nem de onde vem essa tradição e muito menos seu significado. E me refiro a "católicos" e não católicos. Entramos na onda do consumismo sem sequer saber o porquê. Realmente uma pena todas as datas ficarem despidas de significados  porque assim todas perdem seu sentido mas quando se fala em consumismo o que mesmo faz sentido?!
De qualquer forma, eu que na minha infância tive toda a magia dessas datas vividas ainda de outra maneira sou ainda muito apegada a elas e curto muito. Eu adoro comprar e dar presentes para quem gosto independente de datas mas curto muito, por exemplo, sair a compra dos ovos dos meus seis filhinhos sobrinhos tentando encontrar um brinquedinho que tenha a cara de cada um. E mais, adoro ver a carinha deles ao abrir o ovo para raptar o brinquedinho. Me encanto com os brinquedos junto com eles.
No entanto, para mim, a maior magia está em poder dar um ovinho para o filhinho da empregada (empregada sim, assim como eu sou do meu chefe. E sem um pingo de preconceito) aqui de casa; uma caixa de bombom para as meninas do salão, para a copeira do meu trabalho e para o menino da faxina. Se eu pudesse sairia por aí distribundo ovos de chocolate para todas as crianças carentes, afinal, o que mais me incomoda na comercialização das datas é pensar nos excluídos, mas ainda não recebo para tanto. Assim, vou fazendo o que posso e incluindo os que estão próximos. Dar o mundo para os meus sobrinhos me deixa muito feliz mas poder compartilhar um pouco de alegria com essas pessoas mais simples e fazer com que elas se sintam lembradas é o que me faz mais feliz.
 
 
Foto: Cami Góes
 
Feliz Páscoa à todos!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Preconceito velado



O que é preconceito? Chamar um deficiente de deficiente? Um negro de negro? Um cego de cego?
Sempre fui contra toda essa babozeira que a mídia divulga, pra mim não é a palavra que cria um preconceito e sim a forma como é dita ou o que é feito. E aí, tanto faz, falar deficiente ou cadeirante, afrodescendente ou negro, deficiente visual ou cego e por aí vai... O preconceito está na fala e não na palavra. Eu como cadeirante tenho amigas que se referem à mim das mais variadas formas sem que eu me sinta ofendida, isto porque, independente do termo usado ele vem respaldado pelo respeito. Enquanto outros que se expressam da forma mais politicamente correta deixam implicito nas atitudes seu preconceito.
Domingo por exemplo, voltando de uma viagem exaustiva a São Paulo, eu e mais quatro cadeirantes, em um vôo da TAM, tivemos que fazer desembarque remoto. Só nesse detalhe já faltou bom senso, um vôo com quatro cadeirantes necessita de um finger, visto que o desembarque pela escada do avião não é nada fácil para cadeirantes. E para piorar o processo, a Infraero ainda suspendeu o uso dos ambulifts (um carro de transporte até o avião ou até o saguão que possui uma plataforma que sobe e desce para evitar o transtorno e o risco da escada no embarque/desembarque) após a queda de uma pessoa em um acidente. Claro, para eles é mais fácil suspender a utilização de uma aparelho que agiliza nossa vida do que investir em melhorias.
Depois da indignação inicial, não só nossa mas também dos outros passageiros mais solidários, a TAM não teve a descência de disponibilizar um ônibus para nos locomover até o saguão. Acreditem, se possível, nosso transporte foi feito por uma van na qual só cabia um cadeirante por vez. E por uma única van. Assim sendo, era necessário aguardar a van levar cada um e retornar para buscar o outro. Imaginem quanto tempo ficamos na pista aguardando todo esse processo. Só para vocês terem uma idéia, posso dizer que em Brasília que não tem trânsito à noite, os outros passageiros todos já deveriam estar em suas casas. E ao chegar a esteira para retirar a bagagem, é claro que não havia mais nenhuma mala lá.
Isso sim eu chamo de discriminação. Por que não disponibilizar um ônibus que pudesse ao menos levar os cadeirantes juntos para desperdiçar um pouco menos nosso tempo? Por que partir do princípio de que nós temos que esperar enquanto o princípio para os outros é o extremo oposto, eles não podem esperar nem o nosso desembarque?! Não que eu ache que os cadeirantes devem ter ter preferência no desembarque, de forma alguma, só estou aqui questionando os referenciais. Deficiente não tem compromissos? Deficientes não se cansam? Ou será que como ouvi uma vez "deficiente não tem que sair para dar trabalho"?
Isso sim pra mim é preconceito!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Aniversário de Brasília

Foto: Cami Góes
"Passa mais além do céu de Brasília traço do arquiteto..."

Hoje é aniversário de Brasília e aqui estou eu para parabenizá-la. Venho parabenizar e agradecer a cidade que me acolheu.
Apesar de todos os momentos sofridos aqui, de todas as marcas profundas que não cicatrizam, resolvi dar uma chance a cidade e já começo a aceitar Brasília e a ver algo de bom nela. Meu amor pelo RJ e pelas pessoas que lá deixei, pela vida que lá deixei é imensurável e a saudade aperta todos os dias mas Brasília tem me acolhido e me feito crescer.
A cidade é linda apesar dos pesares e, verdade seja dita, os pesares são culpa dos que a habitam e não dela própria.
Brasília me nega muita coisa, talvez por eu não ser sua filha mas também me oferece muito. Em especial, seu maior tesouro, pessoas incríveis que a habitam e eu estou cercada delas. Meu maior presente, uma das pessoas mais especiais e importantes da minha vida, meu médico que se tornou muito mais do que um médico. A quem devo uma nova vida e uma nova Camila. Outro, meu chefe, que também se tornou muito mais do que um chefe. Alguém que amo, amo, amo! E assim, minha vida em Brasília se tornou repleta de pessoas especiais. Amigos?! Esse título ainda reservo às pessoas que deixei no RJ e com quem sei que posso contar a qualquer momento mas acho que amizades verdadeiras estão se formando aqui mesmo depois de algumas grandes decepções. E dia após dia pessoas mais bonitas entram em minha vida. Aqui, em Brasília.
Aqui quase morri e renasci... quem sabe um pouco candanga... mas enfim, ganhei alguém a quem confiar a minha vida. Aqui quebrei a cara com "amizades", amores, relacionamentos mas no fim, ganhei maturidade. Um grande amor, uma grande dor... tudo foi aqui que vivi. Aqui aprendi que tudo é finito. Aqui aprendi a dar valor a pai e mãe. Aqui aprendi a sorrir apesar de toda dor. E todo esse aprendizado encontrei aqui. Aqui sonhei, me entreguei, voei longe e despenquei. Aqui já sofri mais do que sorri mas também aprendi que posso resistir. Cresci!
A cidade é fria mas é linda. A cidade é dura mas ensina. Obrigada Brasília.



quarta-feira, 20 de abril de 2011

REATECH

Eu tive o prazer de estar a trabalho pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro nos quatro dias da 10ª edição da feira REATECH. É claro que trabalhando não dá para se ver tudo e ficar à par de todas as novidades mas dá para se ver algumas coisas nas andanças e até mesmo somos "obrigados" a ver outras pelo trabalho mesmo.
Em meio a esses quatro dias, fiz duas grandes constatações. Uma, que realmente estamos evoluindo a cada dia, coisas incríveis estão surgindo e a cada instante surgem novos instrumentos para facilitarem nossa vida.
Só para dar um exemplo, foi criada uma cadeira de evacuação de prédios em caso de incêndio para deficientes. É incrível. Difícil será conscientizar os condômínios de que elas são necessárias. Elas descem na velocidade de uma pessoa. Como um deficiente desce do 14º andar de um prédio pelas escadas em caso de incêndio?! Alguém que não convive com deficientes já parou para pensar nisso? Aposto que os deficientes ou seus pais, sim.
Além disso as adaptações para carro, banheiro, surf... tudo está se tornando cada vez melhor.
Eu mesma estava procurando para mim uma cadeira mais leve. Especificamente, eu procurava uma cadeira de Titanium por ser a mais leve que existia até então no mercado. A leveza de uma cadeira não é luxo e sim uma necessidade. Ameniza dores na coluna e nas mãos de qualquer cadeirante e também dos que conduzem um cadeirante. E, no meu caso, leveza é tudo o que eu procuro para que possa me tornar mais independente. A minha busca por uma cadeira mais leve se tornou constante desde que comprei meu carro já que não consigo levantar minha cadeira atual para guardar ao meu lado e assim, continuo dependente de uma terceira pessoa apesar do carro. Apesar de forte não possuo o perfeito equilíbrio de tronco o que me dificulta levantar qualquer coisa que tenha um peso considerável. Os 13 Kg da minha atual cadeira, impossível para mim. Os 9 kg da cadeira de titanium, ainda impossível... mas quem sabe com muita fisioterapia e ralação, afinal, já consegui tantas coisas ditas impossíveis. Enfim, peso é um critério essencial para que eu consiga guardar minha própria cadeira no carro sozinha e assim ganhe mais liberdade. Num primeiro momento o sonho de liberdade total para ir e vir foi frustrado mas como sou brasileira e não desisto jamais, lá fui eu correr atrás. Quase ao fechar a compra da cadeira de Titanium que, por sinal era a minnha cara,  branca perolada, com o estofado em preto e datelhes em roxo metalizado (linda!), descobri que estava sendo lançada na feira a cadeira que está sendo considerada a melhor do mundo. Uma cadeira que pesa exatos 4,2 Kg com rodas e apenas 2,1 kg sem rodas. Enfim, uma cadeira que consigo levantar, até com as rodas, imagina sem rodas. Liberdade! A minha liberdade tinha sido inventada e estava alí, à venda, na minha frente. Nem sei a alegria que senti, apesar da tristeza por ter que abrir mão da outra(rs). Detalhe, a cadeira custa nada mais nada menos do que R$ 16.900,00.


Foto: Cami Góes
A minha liberdade vale qualquer preço e, embora eu não seja rica, felizmente tenho condições de comprar e vou comprar. Meu pai vai me ajudar e breve, terei minha liberdade "comprada" em mãos. Luxo?! Não! Se eu pudesse escollher com o que gastar R$ 16.900,00 com certeza não seria com uma cadeira de rodas mas é necessidade. Uma necessidade que se faz maior do que qualquer outra para mim, necessidade de independência. Vale qualquer dinheiro, qualquer sacrifício. E como bem disse uma pessoa muito especial que foi ver a cadeira comigo, se eu tenho como comprar não tenho que pensar duas vezes. Estou radiante de felicidade, vai ser mais uma conquista para mim.
No entanto, logo em seguida, após a euforia inicial, uma outra triste realidade se fez presente. Deficiente não pode ser pobre! E isso é o cúmulo. Minha cadeira é top, considerada a melhor do mundo, feita de fibra de carbono. Embora não seja um luxo para os que usam, é considerada um luxo para os que vendem. Mas apesar dela, não há cadeiras por menos de R$ 3.000,00. Como uma mãe que ganha salário mínimo para sustentar uma família pode comprar uma cadeira para um filho deficiente? E como uma criança deficiente pode viver sem uma cadeira? Se arrastando pelo chão? E os adultos? Os adultos pobres? Deve ser ainda pior.  Sim, porque esses provavelmente nem mãe tem que possa carregá-los. Será que essas pessoas não tem direito a um mínimo de dignidade?! Cadeira para cadeirantes é como pernas para os andantes. São parte integrante do nosso corpo. Essas pessoas não tem como ter acesso a esse mundo. Isso não é digno gente, não é digno ter que ser rico para "poder" ser deficiente. Mas é fato! Deficiente não precisa só de cadeira de rodas. Existem vários tipos de deficiências e vários tipo de necessidades mas nada, nada em absoluto, financeiramente viável. Uma triste realidade...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dani Entre Quatro Paredes



Nome: Daniela
Apelido ou como gosta de ser chamada: Dani
Idade: 29
Signo: Peixes
Profissão: Adm de empresa
Time: Flamengo
Blog: http://trocandoideiasespacomulher.blogspot.com
Como o blog começou: Antes de inaugurar o Trocando ideias, tinha um outro blog voltado para meu casamento. Depois que casei quis mudar um pouco, afinal não me encaixava mais nos assuntos relacionados a noiva. Daí veio a ideia de abrir um espaço onde eu pudesse falar de tudo que interessa ao universo feminino.  

Eu sou: Feliz
Eu tenho: Desejos e medos
Eu desejo: Ter meu bebe com muita saúde
Eu odeio: Acordar cedo
Eu escuto: Os conselhos do meu pai
Eu preciso: de amor
Me dói: Ver tantas crianças desamparadas

Um sonho: Ter meu filho com muita saúde
Um segredo: hiiiiiii....acho que não posso contar srsrsrrrs
Um medo: De não conseguir ser uma excelente mãe
Uma experiência: A melhor possível, estar gerando uma vida aqui dentro de mim
Uma conquista: Meu casamento, minha casa, minha independência
Uma saudade: Da minha mãe
Uma música: Dia Branco - Geraldo Azevedo
Um filme: Sexto Sentido
Um livro: Desculpa se te chamo de amor
Uma citação: " É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã!"

Amor: Minha família
Paixão: Meu marido
Felicidade: Meu filho
Tristeza: A saudade da minha mãe
Solidão: As vezes é bom
Traição: Imperdoável
Morte: Saudade
Vida: Amor
Sucesso: Realização profissional
Sorte: Estar grávida!!!
Inspiração: Sonhar
Fim: O início de uma nova etapa
Para sempre: Família
Religião: Espírita
Milagre: O milagre da vida
Natureza: Temos que preservar
Poesia: Viver

Lugar: Minhacasa
Casa: Meu refúgio
Cozinha: amoooooo
Comida: muitas rsrsrsrsrsr
Bebida: Coca cola

Você: Uma sonhadora
Uma qualidade: Lealdade
Um defeito: Mudanças de humor
Sua vida: Em construção
Família: A base de tudo
Pais: Amor incondicional
Casamento: Uma descoberta diária
Filhos: O maior presente de Deus.
Irmão: Um caso sério....
A pessoa certa: A que te faz feliz
Amigo: Pra todas as horas
Alguém que admire: Meu pai

O que te faz sorrir: Meu bebe
O que te faz chorar: Saudade....

Algo a dizer: Acho que é isso, respondendo a esse questionário acho que já disse tudo!

Entre Quatro Paredes: Vale tudo ahahahahahha

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Recebendo Dani em "Estou grávida,e agora?"

Eu e Dani nos conhecemos na blogsfera, ainda não nos conhecemos pessoalmente. O pouco que sei é que Dani é uma mãe "marinheira de primeira viagem" que está curtindo muito seu pequeno Rafa que está para chegar. Desde que a achei por aqui tenho acompanhado cada capítulo desse novo momento que ela está vivendo. E como gravidez é um tema que tem me interessado muito ultimamente eu a convidei a compartilhar um pouquinho mais desse momento incrível.
Me retiro nesse momento apresentando a vocês o texto da Dani e agradecendo a ela por compartilhar conosco mais um pouquinho dessa magia. Obrigada Dani e seja sempre bem vinda.

 Estou grávida, e agora?


Estou grávida,e agora?

Foi exatamente essa a pergunta que me fiz quando vi o positivo no teste de farmácia...

Tudo começou quando maridão se acidentou e após a recuperação de muitos meses, percebeu sua fragilidade e deciciu ser pai! Eu de imediato concordei, afinal não temos mais 19 aninhos e sim 29 e 10 anos de relacionamento. Poderíamos fazer essa escolha com responsabilidade e certeza! Nos livramos dos métodos anticoncepcionais e 2 meses depois eis que eu estava grávida!

Por mais que tenha sido uma gravidez desejada, fiquei assustada! Quando aquele teste de farmácia "me disse" que eu estava grávida, gelei! Comecei a ter uma tremedeira e mil coisas passaram na minha cabeça! " Mas já? Eu esperava que fosse demorar um pouco mais! Como vai ser? Será que estou preparada? Será que vou saber ser mãe? Socorroooooo! "

A partir dai, contar para maridão e para a família foi a parte mais fácil ! Todos comemoraram muito, mas eu ainda estava apreensiva!
Até o momento em que maridão olhou pra mim e disse: "Olha como é a vida. Ontem eu estava quase morto e hoje tenho duas vidas" Me derreti ! Ali sim, tive a certeza de que eu saberia ser mãe e ele seria um excelente pai!

A partir dai as mudanças começaram! Uma semana de enjoos foi suficiente para eu ter certeza que estava grávida rssrsr de começar a padecer nesse paraíso que é ser mãe!  As mudanças físicas são inevitáveis e com elas começam os conflitos com nosso guarda roupas. Começam também as mudanças no nosso relacionamento, afinal não somos mais apenas marido e mulher, somos pais! É uma fase de adaptação. Não temos mais como fazer os mesmos programas de antes, não temos (de um modo geral a mulher) a mesma disposição de antes. Sobre isso inclusive estou me informando mais... "Como não deixar o seu relacionamento de lado"...em breve poderei falar melhor!
Mas nada que seja considerado problema quando pensamos no por que de estarmos passando por isso! Nada é mais belo e gratificante do que gerar uma vida!

Hoje, depois de 4 meses e três semanas de gestação, posso dizer que eu já sou mãe! Mãe de um menininho lindo que se chamará Rafael e que já é muito amado por nós! Um bebe que chegará a esse mundo recebendo todo o amor que pudermos dar! Hoje eu faço ideia do que seja o tal amor incondicional relatado por tantas mães...


Dani.

domingo, 17 de abril de 2011

De Pernas Pro Ar

Outra comédia brasileira excelente! Mais uma vez chorei de rir.
A Íngrid Guimarães por sí só já é uma comédia além de excelente atriz. E o filme ainda nos faz pensar valores em uma crônica a vida da mulher moderna.


Sinopse:
!Alice (Ingrid Guimarães) é uma executiva de 30 e poucos anos, casada com o dedicado João (Bruno Garcia), mãe de um filho e muito bem-sucedida profissionalmente. É uma típica workaholic, que tenta se equilibrar entre a rotina de trabalho e a família. Sua história se cruza por acaso com a da estonteante vizinha Marcela (Maria Paula). Como nas típicas comédidas de erros, Alice perde o emprego e o marido no mesmo dia. É aí que ela descobre, com ajuda da vizinha, que é possível ser uma profissional de sucesso sem deixar os prazeres da vida de lado. Alice decide ajudar a nova amiga a salvar seu negócio - um sex shop falido - e Marcela decide ajudar Alice a descobrir os prazeres dos sex toys."

sábado, 16 de abril de 2011

O meu pensamento mais uma vez você ocupou

Foto: Dani Góes
Em plena madrugada, no caminho para cama, ao olhar para o céu, uma estrela perdida no firmamento, alternando seu brilho entre o branco e o azulado, me trouxe sua presença. Sua presença?! Ironia... me trouxe sua ausência! E a dor de não ter você.
O dia pelo qual eu queria passar reto, sem reflexões e sem lembranças de um ano atrás, e que estava terminando do modo como desejei, então se resignificou. Nos últimos instantes você se fez presente. Mais uma vez, ato falho. Você se fez ausente. A dor de não ter você, essa sim, se fez presente. Os sonhos perdidos se fizeram presentes. E a saudade de tudo o que não foi apareceu.
Eu que já havia fugido do brilho da lua não pude fugir da estrela a brilhar e meu pensamento foi te buscar. Voltei para o quarto triste, querendo voltar a sonhar mas logo me pus a lembrar que para você não há mais lugar.
Foi um instante, um olhar e tudo mudou. Sim, aquela noite, o meu pensamento mais uma vez você ocupou.

Bsb, 10/04/11

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Empório da Matta

Foto: Cami Góes
Lugarzinho rústico no meio do mato, bem afastado do Plano Piloto e com um charme próprio. Bem romântico para se ir à noite à dois e muito agradável para se ir durante o dia com a família. Excelente para quem tem crianças por ter uma área verde bem grande onde as crianças podem brincar e correr à vontade.
Isso por si só já vale a ída ao restaurante mas não pára por aí, a comida é excelente.
Meu prato preferido, Salmão à Belle Munière é simplesmente indiscritível! Acompanhado por batatas soutée e arroz, até ao arroz eu me rendi e estava, simplesmente, maravilhoso. As batatinhas chegaram a ficar um tanto graça, apesar de gostosas, diante das duas estrelas, o salmão e o arroz.

Foto: Cami Góes
Há ainda no restaurante o melhor Petit Gateau da na cidade. Os fãs de sobremesa não podem deixar de experimentar. O bolinho de chocolate, que é servido com sorvete de creme, tem a massa tão fina que derrete na boca. E o recheio de chocolate além de delicioso por não ser tão doce chega a transbordar ao se tirar o primeiro pedaço do bolinho. Meu preferido, sem dúvida!


Empório da Matta
Mansões Mata da Anta - Chácara 15 - Setor Habitacional Jardim Botânico
Telefone: (61) 3427-1312

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A difícil arte de arrumar malas

Foto: Cami Góes

Arrumar malas pra mim já é um sacrifício sempre, sou daquelas que sempre acho que posso precisar de algo mais. Nunca consigo me decidir entre roupas de frio ou de calor mas isso, convenhamos, não é culpa minha e sim desse tempo louco! Odeio sentir calor, é uma coisa que me tira o humor completamente mas frio também, ninguém merece. Amo frio mas agasalhadinha. Aí começa o primeiro impasse... Resolvo sempre levando roupas de meia estação e jaquetihas casaquinhos, etc, o que já engorda a mala.
Depois vem o estilo da roupa... mais despojada ou mais arrumadinha? Opto sempre pelas mais básicas que posso usar em qualquer ocasião mas sempre tem que que ter alguma coisa para noite ou para uma ocasião mais especial.
Depois vem, sapatos, tênis, bijuterias, maquiagens... impossível carregar só uma malinha! É meu sonho, juro, mas não consigo! Sonho em um dia viajar só com uma mochilinha pra passar uma semana fora mas como consigo isso?! Quanto mais desejo mais me parece um sonho muito distante.
E quando a viagem é a trabalho então, aí é que o bicho pega mesmo!!! Já é difícil saber como se apresentar em qualquer evento profissional, como escolher roupas para 5 dias trabalhando em outra cidade sem meu guarda-roupa inteiro a disposição? Tenho todo tipo de roupa para todo tipo de evento como posso calcular o que será realmente necessário?! Isso é demais pra mim!!! E justo nessas ocasiões é que mais sonho com uma malinha de mão apenas... chiquérrimo! Acho terrível viajar com uma mega mala e ainda uma mochilinha. Odeio uniformes mas nessas ocasiões chego a sonhar com eles. Adoraria ter uma roupa padrão para me apresentar com ela durante todo o tempo fora.
Tentei, tentei, tentei e não consegui... lá vou eu mais uma vez com mala e mochila para uma viagem de 5 dias à São Paulo à trabalho!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mari Hart Entre Quatro Paredes



Nome: Mariana Hart Dore Camara Maia
Apelido ou como gosta de ser chamada: Mari
Idade: 32
Signo: aquário
Profissão: mãe 24hrs!
Time: Botafogo
Blog: http://contosmamaepolvo.blogspot.com/
Como o blog começou: Dia 02 de abril de 2010, do nada! Estava em frente ao note e sem nem saber o nome, tema e etc, cliquei em "criar blog". Sempre quis um espaço para registrar nossa rotina e um dia ler depois!


Eu sou: Uma metamorfose ambulante
Eu tenho: Mais do que preciso e menos do que mereço.
Eu desejo: Viver 100 anos
Eu odeio: Hipocrisia
Eu escuto: Reggae e MPB
Eu preciso: De pouco para ser feliz
Me dói: Magoar alguém


Um sonho: Ficar bem velhinha de mãos dadas com Ciro e a casa cheia de filhos e netos!
Um segredo: É segredo né!? rs
Um medo: Da violência urbana
Uma experiência: Cada dia vivido é uma experiência
Uma conquista: Minha família
Uma saudade: Dos filhos bebês!
Uma música: "Somewher over the rainbow"
Um filme: O curioso caso de Benjamim Button
Um livro: Sempre o atual. Biografia do Lobão.
Uma citação: Não gosto de frases prontas. Mas o que me vem a cabeça é "Se a vida lhe der as costas... passe a mão na bunda dela!" rs


Amor: Família
Paixão: Vida
Felicidade: Saúde
Tristeza: Impotência
Solidão: Desconheço
Traição: Imperdoável
Horror: Violência
Morte: Dor
Vida: Filhos
Sucesso: Paz interior
Sorte: Para poucos!
Inspiração: Minha família
Fim: O finito
Para sempre: A alma
Religião: Natureza. Força da cachoeira, as ondas do mar.
Milagre: Viver
Natureza: Religião
Poesia: A cor da vida!


Lugar: Meu lar
Casa: Porto seguro
Cozinha: Grande amiga!
Comida: Japonesa
Bebida: Mate leão


Você: Uma contradição
Uma qualidade: Lealdade
Um defeito: Falar demais
Sua vida: A que escolhi para viver
Família: União. Tudo pra mim.
Pais: Referência. Pro bem e/ou para o mal
Casamento: Recomendo! A melhor coisa do mundo!
Filhos: Minha alma. Sem eles não existo.
Irmão: Pode ser de sangue ou de coração
A pessoa certa: É a que escolhi para viver ao eu lado para sempre!
Amigo: É essa mesma pessoa!
Alguém que admire: É a mesma! A pessoa certa, meu amante, meu amigo e quem mais admiro. "Amá-lo por admirá-lo"


O que te faz sorrir: Meus filhos, o sol
O que te faz chorar: Ver noticiário na TV


Algo a dizer: "Eu não sei muita coisa, mas tenho a meu favor tudo o que eu não sei."
(Clarice Lispetor)

Entre Quatro Paredes: Com amor e respeito... vale tudo!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Recebendo Mari Hart em "A Linguagem do Amor"

Mari Hart é minha amiga-irmã e agora, comadre desde que me deu de presente o Leo para batizar. Alguém com quem convivo desde que me entendo por gente, afinal, nossa amizade tem nada mais nada menos que 27 anos. Temos muitas histórias vividas juntas, muitas brigas de infância e uma amizade linda com muitas coisas em comum e respeito as diferenças.
Além de tudo isso a Mari também foi uma das maiores incentivadoras do meu blog daí porquê a considero a madrinha. E como tal, nada mais justo do que um texto dela para inaugurar o catinho do blog onde receberei meus amigos.
De presente para vocês, um pouquinho da minha amiga-irmã-comadre e do meu amado afilhado Leo...
Mari, obrigada pelo lindo texto!


A Linguagem do Amor



Falar sobre o meu filho Leo é muito fácil. Falar sobre como é especial proteger um anjinho como ele, é como respirar. Difícil é ser justa pq acho que nenhuma palavra ainda foi inventada para descrever seu encanto. Sua pura alma.
Ter um filho com necessidades especiais, que precisa de você para sobreviver pois não tem o controle de todos os membros de seu corpo, eu disse TODOS, é uma luta a cada minuto do dia. É uma contradição. É como se sua deficiência fosse um preço a pagar pelo previlégio de sua existência. Pelo prazer de tê-lo como filho, por ter um espírito tão iluminado dentro de casa. E esse preço nós pagamos com amor.
Vivemos em um mundo cada vez mais egocêntrico e superficial. Existe a política social, queira ou não, beirando a falsidade. Difícil saber hoje quem é quem. E então ele chega para mudar tudo. Para encantar com seus olhos inocentes de quem só quer viver sem pretensões. Para fazer tudo valer a pena, e para ensinar que o difícil também pode ser prezeroso!
Dizem que estas crianças são especiais. Não costumo usar esse adjetivo, embora muitas vezes use para ser entendida, pq acho que cada um é especial. Não é justo comparar crianças dessa forma. Cada uma é única, portanto, especial. Mas sinto que mais especial ainda somos nós. Sua família. Que fomos presenteados com a convivência de um gerador de amor que nada mais quer na vida, apenas sorrir e ser amado.
Me sinto com informação previlegiada! Aprendi que não é preciso falar para se fazer entender. Não é preciso andar para ir longe. Não é preciso enxergar perfeitamente para olhar além. Poucas pessoas sabem disso! Muitas falam, mas nada dizem. Muitas andam, mas não saem da inércia. Outras olham, mas não enxergam.
Sei tudo o que Leo quer, na hora que ele precisa. Desde necessidade fisiológica até emocional. Quando "pede" para dormir. Quando chora de verdade ou de manha, pq ele também faz birra como qualquer outra criança! Quando está com fome, sede ou de gula mesmo. Ou quando apenas quer carinho e atenção.
Existe uma outra linguagem além de todas, que é a sintonia de nossas energias. Nem o universo e o espaço podem desvendar. 


Mari Hart Dore,
mãe do Leo Dore, da Stella, do Pedro e esposa do Ciro.

domingo, 10 de abril de 2011

Eu Entre Quatro Paredes

Foto: Adriano Freitas


Nome: Camila
Apelido ou como gosta de ser chamada: Tenho muitos apelidos...Cami, Mila, Miloca, Milok, etc. e gosto de ser chamada de qualquer forma carinhosa.
Idade: 31
Signo: Escorpião
Profissão: Psicóloga
Time: Flamengo
Como o blog começou: Da vontade de escrever
 


Eu sou: Feliz
Eu tenho: Muito mais do que preciso
Eu desejo: Realizar meus sonhos
Eu odeio: Mentiras e grosserias
Eu escuto: Tudo o que me dizem e muita música
Eu preciso: Sonhar sempre
Me dói: Crianças abandonadas 

Um sonho: Adotar uma criança
Um segredo: Morro de medo de insetos
Um medo: Perder as pessoas que eu amo
Uma experiência: Voar de Parapente. Foi a melhor! 
Uma conquista: Morar sozinha
Uma saudade: Minha cidade
Uma música: Roda Viva (Chico Buarque)
Um filme: Sexto Sentido
Um livro: A Louca e o Santo
Uma citação: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é" (Caetano Veloso)

Amor: O que há de melhor no mundo
Paixão: Psicanálise
Felicidade: Estar ao lado de quem amo
Tristeza: Faz parte
Solidão: Não ter amigos
Traição: Não consigo perdoar
Morte: Não consigo entender e aceitar
Vida: Um presente
Sucesso: Consequência
Sorte: Ajuda

Inspiração: O amor
Fim: Necessário
Para sempre: Não existe
Religião: Deus
Milagre: Cada dia que amanhece
Natureza: Me encanta
Poesia: A vida 

Lugar: Arpoador e Pão de Açucar
Casa: Meu quarto
Cozinha: Estou aprendendo a gostar
Comida: Japonesa
Bebida: Coca-Cola sempre 

Você: Sou apenas "um possível e o impossível em mim"
Uma qualidade: Ser amiga para todas as horas 
Um defeito: Indecisão
Sua vida: Amo!
Família: Base
Pais: Onde tudo começou
Casamento: Quem sabe um dia...
Filhos: Quero dois meus e mais um adotado.
Irmão: Meus amores
A pessoa certa: Não existe. Existe apenas a pessoa certa para estar ao seu lado em um determinado momento.
Amigo: Quem está ao meu lado quando preciso
Alguém que admire: Thaís Holanda 

O que te faz sorrir: Um sorriso de criança
O que te faz chorar: A morte 

Algo a dizer: "Nós bloqueamos nossos sonhos quando permitimos que nossos medos se tornem maiores do que nossa fé." Não bloqueie seus sonhos!

Entre Quatro Paredes: Adoro!

sábado, 9 de abril de 2011

Oliver

Foto: Cami Góes
O restaurante fica dentro de um campo de golf, cercado por verde.
Muito bonito desde a entrada. Os vários ambientes são compostos pela parte de dentro mais aconchegante, uma varanda com um clima mais descontraído e um lounge onde se pode ficar mais à vontade por ser um espaço mais reservado.
O atendimento dos garçons foi impecável, desde o acompanhamento até a mesa, passando pela agilidade no atendimento em todos os momentos até a rapidez em levar a conta.
No que diz respeito aos pratos servidos e aos drinques, tudo de primeiríssima qualidade também. O coquetel de frutas sem álcool além de belíssimo estava delicioso. A entrada de camarões grelhados regados ao azeite com alho servida em companhia de uma porção de pães estava impecável. E o meu prato, Salmão grelhado ao molho de ervas com alcaparras e purê de batata gratinado estava também muito bom.
Foto: Cami Góes
O único serviço que infelizmente deixou a desejar foi o de manobrista. O único manobrista que fazia o serviço, que não é cortesia da casa sendo cobrado o valor de R$ 5,00, não conseguia aproximar o carro dos clientes. Dessa forma, não fazia muita diferença deixar o carro com o manobrista ou ir até seu próprio carro.

Oliver
Endereço: SCES, lote 2 - Brasília Golf Center - Setor de Clubes Esportivos Sul
Tel: (61) 3323-5961